A fisioterapia cardiorrespiratória é uma especialidade ampla da fisioterapia que lida com avaliação, prevenção e tratamento dos distúrbios cardiopulmonares agudos ou crônicos de todas as idades. Tem como objetivo melhorar a eficiência ventilatória ou a redução da sobrecarga dos músculos respiratórios, para evitar a falência dos mesmos; melhorar o condicionamento físico; educar o paciente quanto a respiração correta e a prevenção de doenças e reduzir a sintomatologia.
Além de prevenir novas infecções, as técnicas de tratamento e os exercícios respiratórios melhoram o transporte de oxigênio, contribuindo assim para prevenir, reverter ou minimizar as disfunções cardiorrespiratórias, promovendo assim o aumento da funcionalidade e melhora da qualidade de vida dos pacientes. Cabe ao fisioterapeuta avaliar o paciente para identificar, relacionar e escolher o tipo de técnica a ser aplicada de acordo com o quadro clínico do paciente.
A atuação do fisioterapeuta respiratório é vasta e hoje são reconhecidas pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) as seguintes especialidades: fisioterapia respiratória (Resolução COFFITO 318/2006), fisioterapia em terapia intensiva (Resolução COFFITO 402/2011) e fisioterapia cardiovascular (Resolução COFFITO 454/2015).
Para a obtenção do título de especialista é realizada uma avaliação que é composta por prova teórica, prova discursiva e prova de título. Vale ressaltar que os profissionais que atuam nesta área buscam a qualificação profissional por meio de cursos de especialização (pós-graduação e residência).
As demandas do mercado de trabalho são amplas para esta área, pois, o fisioterapeuta respiratório pode atuar nos hospitais (UTI, enfermarias e emergência), clínicas, centros de reabilitação e atendimento domiciliar.
Fonte: Jornal do Iguassu.